quarta-feira, 9 de maio de 2012

Jornalista argentino afirma que Lanús "sente o golpe" quando sofre gol

Estádio La Fortaleza
Foto: Marcelo Sadio/Vasco.com.br

O blog A Cruz de Malta foi atrás do jornalista Martín Macchiavello para responder algumas dúvidas sobre o Lanús, próximo adversário do Vasco na Copa Libertadores. Colunista do jornal argentino Olé, ele contou o que o Gigante da Colina pode esperar da equipe argentina.


O que você esperaria de Lanús no jogo de quarta-feira? Há muita pressão jogando em La Fortaleza? O que dizer de seus torcedores?
Os torcedores estão confiantes, graças ao gol de Regueiro em São Januário. As expectativas são altas, porque o confronto ainda está em aberto, embora a equipe desmoralize. Na competição internacional, o Lanús joga em nível de Liga dos Campeões, mas no campeonato local, com reservas, parece um time de segunda divisão.

Na Fortaleza (estádio do jogo), haverá pressão, mas não o suficiente. O valor dos ingressos aumentou 100% e isso evitará maior público. O estádio tem capacidade para 48 mil espectadores, mas certamente não haverá mais de 25 mil presentes. Além disso, no próximo domingo, o Lanús tem um clássico diante do Banfield. 


O treinador Schurrer realizará modificações em sua equipe? Os jornais afirmam que Teo Gutiérrez pode jogar. Quais são suas características? Se ele jogar, o Lanús deixará de atuar no sistema tático 4-2-3-1?
 Ainda não se sabe a escalação. Schurrer gosta de “filmes de suspense”. Diante do Flamengo no Rio, mudou a escalação uma hora antes do jogo e perdeu por 3 a 0. Se especula com a dupla de ataque Pavone-Gutiérrez e a saída de Diego Valeri. Ainda assim, alterar ou substituir um jogador de ataque, acabará com o 4-2-3-1 tão europeu. 


Lanús é uma equipe ofensiva, com bons jogadores no meio-campo e ataque. Quais são as carências da equipe?
O Lanús é ofensivo por características de seus jogadores, história e pedidos dos torcedores. Seus pontos fracos são aqueles de uma equipe que arrisca. E não é em relação a futebol, mas sim psicológico. Apesar do que foi visto no segundo tempo do jogo de ida, a equipe "sente o golpe", quando sofre gol. E na Argentina, perde a cabeça em caso de desvantagem.

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